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Novo álbum da banda Cine já nas lojas!

Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011

É com muito prazer e orgulho que aviso que o Boombox Arcade, novo álbum de inéditas da banda Cine, chegou às lojas esta semana. Com produção do The Hit (Joeblack + Dima "Riztocrat" Dahaba + Victor "PLG" Reis) e co-produção da banda, o disco vem cheio de petardos sonoros. Tá certo que sou suspeito pra falar, mas, numa boa, só tem hits! Disco pop como o Brasil nunca ouviu antes!

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Apresentando Clawdia Ejara

Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011
Category: Produção, Música

Conheci o Frank Ejara, um dos mais importantes nomes das danças urbanas de São Paulo e do Brasil, trocando idéias sobre música. Ele curtiu bastante meu projeto Mundo Paralelo Vol. 1 e fez uma divulgação espontânea junto à comunidade da street dance. Emails aqui, emails ali, eis que ele me mostra algumas músicas que a sua esposa tinha cantado, despretensiosamente... Eu sugeri fazer umas músicas pra ela. Ele topou. Ela também. Este é projeto. Simples assim.

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Rock In Rio e a chance nula dos artistas pop brasileiros

Sábado, 12 de Novembro de 2011
Category: Música, Crítica

      

O Rock In Rio deste ano está sendo um festival bastante eclético. Eu honestamente acho isso ótimo. Sem ranços, sem panelinhas, sem privilégios de gênero (o “rock” mudou, gente! Get over it!), o evento consegue juntar artistas de algumas diferentes matizes do pop e, desse jeito, contentar o público. Ou não.

Depois do incidente com o Carlinhos Brown na edição de 2001 (aquele em que ele foi obrigado a levar desaforo para o camarim por simplesmente ter sido escalado a tocar num dia em que teria o decadente Guns N’ Roses como atração “principal”), a organização do RIR resolveu prestar a atenção na hora de montar o set list. Para que esse tipo de absurdo não acontecesse de novo, os artistas com maior afinidade de público se apresentariam no mesmo dia no palco Mundo. Assim, Cláudia Leitte, que tocaria no mesmo dia que Rihanna, Katy Perry e Elton John, não correria o risco de ter seu belo rostinho arranhado por  hostis latinhas de Coca Cola voadoras.

Mas para surpresa minha – eu ainda me surpreendo – ela foi vaiada pelo público da noite e muito criticada pelos “veículos especializados” que cobrem o evento. Aquela velha ladainha de que, por ter Rock no nome, o festival não poderia ter nenhum artista que não tivesse a felicidade de ser do gênero ressurgiu do poço da ignorância. Além disso, a performance da cantora baiana também foi alvo de ataques. Ora por ela ter desafinado (Katy Perry anyone?),  ora por ela ser brega (Katy Perry com o seu cenário risível, anyone?), ora por ela ter nascido.

Cláudia, com todo direito que tem, reagiu às críticas e postou um texto em seu blog, comparando as pessoas que se julgam superiores por gostarem de John Coltrane ou Metallica a um “ariano que se achava superior aos judeus...”.  

Essa discussão de Axé versus o resto da música me dá muito sono. Eu nem quero entrar neste mérito. Até por que estamos em 2011 e a música mudou tanto, o mercado está tão de cabeça pra baixo, que classificações e rótulos desafiam a minha boa vontade.

O que para mim ficou evidente é que a música pop no Brasil não tem chance. Embora seja equivocada em algumas de suas escolhas - principalmente quando tenta cantar em inglês – Cláudia Leitte se esforça para conseguir dar o salto quântico da batucada para a música pop internacional. Se a Shakira conseguiu isso saindo da Colômbia,  país que não tem tanta identidade cultural  como o Brasil tem nos 4 cantos do mundo, por que a baiana não pode tentar?

O que aconteceu no Rock In Rio é apenas um reflexo de uma cultura geral do brasileiro.  Aqui, artistas nacionais são sempre avacalhados pelo público e pelos elitistas formadores de opinião. Avacalhados ou ignorados simplesmente por serem brasileiros e tentarem fazer “algo de diferente” que não aquela mesmice chata, mecânica, sem alma e sem identidade do sambinha da Vila Madalena.

Por que nosso mercado de música pop é tão sofrível? Por que o público não tem o mínino respeito por quem está almejando (ou simplesmente tentando) adequar uma linguagem INTERNACIONAL, GLOBALIZADA,  à sua música, a fim de conseguir novos mercados e ainda por cima modernizar a chata Música Popular Brasileira. Nem a mídia (eu odeio usar este termo...) respeita ou apóia quem ousa ter tal meta. Tudo acaba virando piada. Todo o esforço, toda a grana que você investe, todo o tempo que se gasta para conseguir sair do “seu quadrado”. Tudo vira chacota para trolls de plantão.

Nos EUA, por mais medíocre que o artista seja, ele tem respeito e, consequentemente, um espaço para trabalhar. Por que ser cantor ou cantora é trabalho. E isso, não interessando a qualidade, merece ser respeitado.

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Mundo Paralelo Vol.2

Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011
Category: Mundo Paralelo

Olá! Atualizando aqui o meu espaço e avisando, pra quem tiver interesse em saber, que o Vol. 2 do Mundo Paralelo só vai ser lançado no primeiro semestre do ano que vem. Infelizmente setembro não rolou. Muitas mudanças na vida. É assim que ela é, não?

 

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Gênios

Quinta-feira, 7 de Julho de 2011
Category: Produção, Música

Eu sou um pouco conservador quando o assunto é música. Os meu discos preferidos vão ser sempre os meus discos preferidos, não interessando qual é a onda do momento ou estilo em evidência. 

Um dia desses eu fiz uma seleção de músicas produzidas pelo duo The Neptunes e, cara, como eles eram incríveis. Todas as tracks produzidas por Pharrell e Chad Hugo, do primeiro disco de Kelis ao clássico Justified do Justin Timberlake, até hoje vivem aparecendo em meus players e me trazendo boas lembranças. É isso que faz grandes discos, grandes artistas e, logicamente, grandes produtores.

A capacidade de fazer músicas memoráveis, beat-driven ou não, é coisa para poucos.

Encontrei este vídeo por acaso. Nunca tinha visto. Trata-se do documentário sobre o grupo na época do lançamento do disco The Neptunes present... Clones, em 2003.

The Neptunes present "The 8th Planet" from Decon on Vimeo.

(via http://flyguymusic.blogspot.com/)

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Já viram este?

Quarta-feira, 6 de Julho de 2011
Category: Cinema

Wow. Looking forward.


RISE OF THE PLANET OF THE APES - Trailer 3 por dmagianet

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O #ficaadica de "Born This Way"

Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

O lançamento de “Born This Way”, novo disco da “monstra” Lady Gaga, tem sido aguardado e hypado por quase um ano. Mesmo com a atual situação da indústria fonográfica mundial, muitos experts do ramo ainda acreditam numa salvação em termos de retorno financeiro (e talvez até num efeito “cauda longa”) que o álbum possa gerar.

A gravadora da artista,  Interscope Records, que faz parte da Universal Music Group, está fazendo tudo certinho para que isso realmente aconteça. Não poderia ser diferente. Lady Gaga é o maior exemplo do chamado “360 deal” que deu certo. Sua turnê “The Monster Ball”, seus inúmeros patrocínios, as vendas de discos e downloads renderam à gravadora quase 200 milhões de dólares de retorno a partir do ano de 2010.

Nada mais natural que haja um investimento pesado em cima de seu mais novo trabalho. O site “Amazon” disponibilizou o álbum da cantora a ridículos 99 centavos (de dólar) para venda no dia 23 passado. Resultado: o site ficou um bom período fora do ar devido aos inúmeros acessos. Neste momento, o mesmo site pretende repetir a dose disponibilizando o cd pelo mesmo preço por mais 24 horas. Redes como Starbucks, Mac Donald's e Best Buy também estão envolvidos na guerrilha. Em qualquer uma dessas lojas você pode comprar o tal cd.

A real intenção da Interscope é fazer com que o disco de Lady Gaga ultrapasse a marca de 1 milhão de cópias vendidas na primeira semana só nos Estados Unidos. Isto gera “buzz”, é o marketing perfeito.

Alguém consegue ver um #ficaadica nisso tudo? Infelizmente os profissionais do ramo fonográfico no Brasil jogaram a toalha há muito tempo. Decidiram que o DVD é o melhor negócio, pois é relativamente mais barato de produzir e, de quebra, os consumidores têm a chance de ver e ouvir seus artistas preferidos  (será que se basearam em pesquisa de mercado e público? Duvido.). Relegaram o cd ao último plano, sumiram com estratégias promocionais, mantendo os preços lá em cima.

A lição que o lançamento de “Born This Way” pode dar àqueles que preguiçosamente gerenciam as gravadoras nacionalmente é rica e proveitosa. Num mercado como o americando em que ainda existe a opção de download pago por música (o Brasil ainda dorme profundamente quando se trata deste assunto), o cd continua sendo valorizado e apoiado em estratégias promocionais de proporções gigantes. Ao invés de bater no gato morto, eles ainda tentam ressuscitá-lo.

Por que isso não acontece aqui? Mais do que um problema estrutural (impostos, cultura de internet), a questão é vontade de tentar reverter a situação. Quase nada foi feito desde o momento em que o mp3 arruinou o mercado de venda de música no mundo. O Brasil não tem tido inteligência para tentar sair do buraco e aumentar a venda de música.

Será que é tão difícil assim experimentar/pensar coisas novas? 

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Contra-ataque

Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

Chega de intolerância e desrespeito pelas pessoas. Chega de "fascismo' disfarçado convenientemente de tão almejada e igualmente mal utilizada "liberdade de expressão". O mundo precisa realmente é de um Darth Vader dançando salsa.

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O que mais "eles" querem?

Sexta-feira, 13 de Maio de 2011
Category: Música

Vejo estes dois videoclipes e ouço essas duas músicas e a minha cabeça fica cheia de questionamentos. O que mais esses caras de gravadora querem? São músicas muito boas, bem produzidas, bem cantadas, com videoclipes igualmente bem produzidos. Por que elas não tocam em todas as rádios nacionais? Por que não conseguem um bom patrocínio, um bom projeto de turnê, uma boa exposição na mídia? Será que estes trabalhos não têm o suficiente para cair no gosto dos "formadores-de-opinião-elitistas-da-chamada-música-popular-brasileira"?

Lurdes da Luz - Andei

Terra Preta - Crises

Just asking...

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Mundo Paralelo Vol.1 invade o programa "Soul Unsigned" do dj Phil Driver

Segunda-feira, 9 de Maio de 2011

O programa "Soul Unsigned" é um podcast especializado em Soul, Jazz, Funk & Quality R&B (como o release deles faz questão de destacar) em que artistas independentes têm a chance de ser ouvidos. Grandes nomes da black mundial também têm seu espaço, mas o objetivo deste show é realmente dar espaço aos "underdogs" da música negra atual. Comandado pelo dj Phil Driver, o espaço vem há anos aumentando sua reputação como uma das principais fontes de novidades do gênero.

Atualmente três músicas do meu EP Mundo Paralelo Vol. 1 têm tocado no "Soul Unsigned" e isso me dá um gostinho de vitória e um sorrisinho no canto da boca. Primeiro por que eu não quis cantar minhas músicas em inglês  (o desafio é fazer esse tipo de som na nossa língua, português, para acostumar o público brasileiro a ouvir deste jeito. É muito mais fácil fazer em inglês.) Segundo por que mostra que em algum lugar do mundo, alguém vai te ouvir e vai te dar valor. Não que os brasileiros não tenham curtido o meu projeto. Muitos têm me mandado feedback incríveis sobre as músicas (principalmente o meio da dança de rua, os b-boys e b-girls. Eles têm sido fenomenais comigo.) Mas eu tenho certeza de que se eu tivesse disposição e vontade de tentar alguma gravadora aqui ou fazer com que alguma rádio tocasse meus tracks, eu iria acabar na maior das frustrações. Atualmente é mais fácil um gringo tocar um som em uma outra lígua que não seja o inglês do que um brasileiro dar valor ao som internacional que é feito aqui.

Baixe aqui os programas em que minha música é destaque. Na verdade baixe todos os programas. Eles são muito bons.

Programa Soul Unsigned (Agora Vai)

Programa Soul Unsigned (Voltar part. Angel B)

Programa Soul Unsigned (Delorean)

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